Que mulher não tem um (ou muitos) vestidos no guarda-roupa? Desde uma super festa até uma rápida ida ao supermercado: um vestidinho é sempre uma ótima opção. E é melhor ainda quando a gente não precisa sair com medo de encontrar alguém com o mesmo modelito logo ali na esquina.
A Un vestido y un amor existe para pessoas que concordam com as afirmativas acima. E que não tem medo de usar e abusar de detalhes e estampas diferentes. Os modelos são uns mais lindos que os outros, quase exclusivos, e o melhor: os preços são bem bacanas.
O ateliê das meninas está temporariamente fechado, mas ainda é possível comprar pelo site (pagamento com depósito bancário e entrega para todo o Brasil!). Dica: para não correr o risco de se apaixonar por algum modelo esgotado, acesse o link “Vestidos disponíveis” ali no menuzinho da lateral direita. O difícil é escolher só um!
Se você, como eu, chega em casa e em seu subconsciente a fome briga com o cansaço pra ver quem ganha, esta pode ser uma solução rápida e simples para agradar as duas partes.
Você só precisa de uma porção da sua massa preferida, de um saquinho de sopa instantânea (tipo Vono) do sabor de sua preferência e de um punhado de queijo ralado.
Basta cozinhar a massa, escorrer um pouco da água e dissolver no restante a sopa em pó. Mexa bem, jogue o queijo ralado por cima e voilà, você terá um prato gostosinho e diferente. Um coringa para quem não tem dotes culinários sofisticados e adora praticidade.
Só quem realmente ama música e reconhece o significado de um verdadeiro show consegue entender o trabalho do suiço Matthias Willi. Sangue, suor e lágrimas. Ou felicidade, realização, êxtase, exaustão, gratidão. O que pode ser captado nos momentos mágicos após alguns tantos minutos de entrega e interação com o público?
É exatamente isso que o fotógrafo quis descobrir. E, para isso, dedicou-se a registrar o momento em que grandes cantores deixam os palcos depois dos shows.
Iggy Pop (ao lado), David e Stephen Dewaelle, Juliette Lewis, Matthew Bellamy, Brian Molko, Evan Dando e Els Pynoo são alguns dos nomes que aparecem suados e cansados em seus cliques. Ficou curioso? É só entrar no site, clicar em “Browse books” e depois em “Four”. (As fotos dos outros links são mais normais!)
A música atual é cada vez mais difícil de ser rotulada. Então é melhor deixar isso pra lá e simplesmente ouvir sem pensar em como classificá-las. Esta é a melhor forma para aproveitar o projeto Geração SP.
Um misto de coletânea e coletivo, tem como objetivo registrar e divulgar a nova geração de artistas da música brasileira nos estados mais produtivos do país, promovendo encontros e novos frutos a partir disso.
Ficou curioso? No site dá para ouvir todas as canções completas ou baixá-las, em MP3 ou FLAC, e também o encarte. Experimente cada faixa e preste atenção nos detalhes. Ao final do disco você terá uma idéia do que acontece na nova cena musical de São Paulo.
À primeira vista parece mais uma produçãozinha comercial, nos moldes do bobo e manjado “folheteen” global. Mas tente ir além da foto do cartaz e superar essa primeira impressão. Você não se arrependerá: sim, o filme de Laís Bodanzky surpreende positivamente. Não acredita? Continue lendo que vou te convencer.
Primeiro considere o breve (mas relevante) histórico da Laís: antes de “As melhores coisas do mundo”, ela filmou o ótimo “Chega de Saudade” e o excelente “Bicho de Sete Cabeças”. Este argumento ainda não é suficiente?
Então saiba que o roteiro foi escrito por Luíz Bolognesi, responsável pela estrutura dos dois longas da diretora e também de “O Mundo em Duas Voltas”, todos premiados (pela Academia Brasileira de Cinema, pela APCA e nos Festivais de Recife e de Brasília). Não bastasse isso, ele se inspirou desta vez nos livros da série “Mano”, de Heloísa Prieto e Gilberto Dimenstein – um dos caras que melhor entendem de adolescência no país.
Agora acho que já está mais fácil de me dar um crédito, certo? Pois digo que há tempos não assistia a um filme que conseguisse me transportar para dentro da história tão magicamente. E Laís, Luíz e sua narração conseguiram.
Pela leveza e profundidade com que abordam temas delicados e o turbilhão de emoções que é a adolescência, assim como retratam fielmente as dificuldades que enfrentamos quando a vida adulta começa a se aproximar. Problemas familiares, separação, homossexualidade, o primeiro amor e a primeira vez, novidades tecnológicas, preconceito, bullying, dilemas éticos e depressão não ficam fora da lista, é claro.
A qualidade das cenas e a condução dos atores também impressiona. O estreante Francisco Miguez, que faz o protagonista Mano, realmente me encantou – ainda mais que o irresistível Fiuk. A impecável atuação de Denise Fraga contribui para a intensidade das principais sequencias e, como ninguém é de ferro, Caio Blat e Paulo Vilhena enfeitam a tela – além de representarem muito bem seus papéis. ZéCarlos Machado, Gustavo Machado e os novatos Gabriela Rocha, Gabriel Illanes e Julia Barros completam o elenco principal.
Se ainda não consegui te convencer, mais um ponto positivo da produção: a trilha sonora, de Bid (que também foi premiado com “Chega de Saudade”), está ótima. Só para você ter uma ideia, a trama é conduzida pela “Something” - curiosidade: este é o único filme brasileiro a licenciar uma música dos Beatles.
E, para fechar com chave de ouro, acrescento que a montagem ficou sob responsabilidade de ninguém menos que Daniel Rezende, que ganhou o Bafta e foi indicado ao Oscar de melhor edição com Cidade de Deus.
Resumindo: mais que conseguir retratar a juventude atual da maneira que Malhação nunca conseguiu, “As melhores coisas do mundo” é um dos mais interessantes longas produzidos no Brasil nos últimos anos.
Posso, sim, estar exagerando nos elogios. Mas se você chegou até aqui, não perca mais tempo e corra para o cinema mais próximo - nem que seja somente para reunir argumentos e discordar de mim!
Dentro do metrô temos uma temperatura agradável (considerando casacos e afins). Aí a porta abre e a sensação térmica é de frigorífico. Brrr. 18 hours ago